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domingo, 6 de março de 2016

Abelhas sem Ferrão e o Futuro.

Trecho tirado do site da AME RIO:

"Posto abaixo uma texto de nosso amigo Homem das Abelhas Australianas: Bob Luttrell.
Ele em sua contínua pesquisa por melhorar o manejo de suas abelhas sem ferrão vem sempre nos brindando com novidades.
Nesta postagem redigida por ele, nos apresenta um novo modelo de caixa com aperfeiçoamentos e uma nova maneira de coletar méis das nativas.
Em breve ele vai nos disponibilizar um vídeo com esta nova técnica de coleta de mel.
Att
Medina

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Um caminho em forma diferente e progressiva.
Por Bob Luttrell (
B Sci Agr UQ)

Há muitas caixas, muitas ideias, e muitas maneiras de fazer as coisas no mundo das abelhas sem ferrão.
A ideia de ninguém vai ser, nem ficar o melhor. Somente por meio da inventividade e engenhosidade dos meliponicultores, com suas mentes abertas e capazes de observar as suas abelhas, vai haver um genuíno progresso em relação ao bem-estar de nossas abelhas sem ferrão.
Acima de tudo, nunca tenha medo de experimentar. Nunca tenha medo de sonhar com o que poderia ser.
Uma caixa completamente moderna para abelhas sem ferrão.

A Aussie INPA Mk 2
Eu desenvolvi esta caixa ao longo de vários anos, a forma evoluiu de retangular a quadra, sempre com o objetivo de promover o conforto das abelhas, e facilidade de uso pelo meliponicultor.
Esta caixa é modular, com componentes separados, dos quais pode-se escolher qualquer um dos principais alças para tomar qualquer posição na desdobra de uma nova colônia.


O espaço da abelha é pela primeira vez reconhecido e utilizado. Tenta-se construir com recursos de design uma maneira de resistir aos ataques de moscas syrphid, um dos principais parasitas de abelhas sem ferrão.
A ventilação é realizada de baixo para cima, e ativada pelas abelhas conforme suas necessidades. Uma cobertura resistente serve de sombreamento blindagem ao calor, protegendo a colônia em clima quente, reduzindo o risco de perdas.
Madeira de alta durabilidade é utilizada na manufatura, e todos os componentes internos de metal são de aço inoxidável para maior durabilidade e para evitar a contaminação com metais pesados.
As alças são mergulhadas em resina de madeira e cera de Apis derretidas. Entre as alças há separadores emparelhado, um é fixo à parte inferior da alça superior, e o outro, maior e solto, na parte superior da alça de baixo. Estes permitem uma divisão limpa sem derrames de mel ou rompimento dos potes de pólen.
Os danos que ocorriam na estrutura do enxame durante as desdobras expunham material atraente para as moscas syrphid e forídeas e, mais recentemente aos pequenos besouros de colmeias.
A divisão seca é muito mais segura para as abelhas, resulta em menos trabalho para elas, durante o reparo e limpeza após a desdobra.
A recuperação é muito mais rápida. Nas fotos abaixo, a figura 1 mostra uma alça no estágio ideal, pronta para receber em sua parte superior uma nova alça vazia, pode-se observar
o espaço de circulação das abelhas. 


E a figura 2, mostra uma alça pela técnica construtiva antiga, fundamentalmente diferente das atuais propostas.

A estrutura do ninho progride em direção ao painel de inspeção até ocupar as alças superiores. A alça superior da caixa de uma colônia pode ser removida para ser utilizada como nova alça inferior, colocando-a perfeitamente em nova placa de fundo, uma vez que a circulação das abelhas é mantida pelo separador fixo. Na desdobra adiciona-se um separador solto na alça inferior. Ambas as colônias rapidamente crescem para cima, em suas alças através do seu caminho central preferido, podendo-se observar o desenvolvimento de cima, por meio do painel de inspeção da caixa.
Esta caixa traz um elemento de gestão de abelhas sem ferrão, muito familiar aos apicultores. O uso de armadilhas para insetos-pragas, mesmo a alimentação estratégica torna-se possível dentro da colônia, o aspecto e a saúde da colônia pode ser avaliada sem perturbar as abelhas.
Com a descoberta da doença bacteriana em abelhas sem ferrão, a visibilidade, possibilitada em colônias nessas caixas, através do painel de inspeção, oferece condições para vistoriar a presença de possíveis infestações na colônia.

A última novidade em arranjos de potes de mel de abelhas sem ferrão.
Eu já mostrei que tanto carbonaria Tetragonula, e Tetragonula hockingsi, armazenam seu mel em potes dispostos em quadros horizontais, quando a colônia está forte e em produção.


Até os dias atuais, estes quadros tem sido construídos pela inestimável técnica da prototipagem, usando impressoras 3D. Um pedido de patente foi arquivado no ano passado, e torna-se definitivamente disponível em breve.


Isso nunca foi realizado com abelhas sem ferrão na Austrália antes, nem no mundo, pelo que pude pesquisar. Posso dizer que houve aventuras neste sentido, em potes plásticos de mel improvisados e sucção a vácuo, para coleta de mel dos potes em qualidade e em condições de higiene.
A atual proposta deixa em muito nossos esforços para trás até o momento. Com estes quadros, espero trazer nossas abelhas sem ferrão para o século 21. O mel poderá ser extraído, filtrado durante a extração e ser engarrafado para consumo imediato. Como sempre aconteceu com esta classe de méis, ele necessitará de refrigeração para armazenamento de longo prazo. Eu acredito que o tempo vai mostrar que existirá uma solução, mesmo para isso.
A estrutura proposta é uma estrutura de grade simples que orienta o armazenamento das abelhas, e fornece uma base, e a padronização para uma operação de perfuração posterior. Atualmente são utilizadas impressoras 3D, mas em um próximo passo os quadros serão produzidos usando moldagem por injeção.
Coletar o mel passará a ser muito simples com esses quadros de mel feitos especialmente com propósito de armazenar, e possíveis de serem empregados em quase qualquer tipo de caixa de abelhas. Basta romper os topos dos potes de mel usando uma faca pontiaguda, ou o bloco de pregos padronizados com o quadro de potes, e em seguida, invertendo-o em um coador sobre um recipiente para drenar.
Para grandes quantidades, eu fiz um potente extrator que remove o mel muito rapidamente, filtra e facilita o engarrafamento. Os componentes deste extrator são projetados serem limpos em uma máquina de lavar louças.


Nada disto é definitivo, tudo vai progredindo com melhores ideias que vão surgindo. Com referência a caixa, eu me comprometo a manter a compatibilidade de uma versão para a próxima. Esperemos que o mesmo ocorra com os quadros de coleta. Com eles, no entanto, é como trabalhar com as abelhas Apis há 100 anos, no alvorecer de uma nova era. Muita coisa pode mudar se as pessoas aproveitarem a oportunidade.Em minha página, manterei novas informações: "
www.bobthebeeman.com.au

Tirado do site da AME RIO

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Fonte:G1

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulga novas linhas de crédito para 2016.

Presidente do BNDES, Luciano Coutinho, anuncia redução de custos de linhas de crédito para empresas.

09/02/2016 – O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) detalhou nesta terça-feira (2) as novas linhas de crédito para melhorar o crédito e o capital de giro de micro e pequenas empresas, além de melhorar condições de apoio a empresas exportadoras. As medidas integram o pacote de crédito de R$ 83 bilhões anunciado pelo governo no último dia 28.

Segundo o banco, as novas linhas devem estar disponíveis na rede bancária até o fim de fevereiro.

Refinanciamento de dívidas

Para fortalecer o caixa das empresas, o programa Refin 2016 vai permitir o refinanciamento de dívidas de empresas que fizeram empréstimos para compra de máquinas e equipamentos. O BNDES vai oferecer a possibilidade de adiamento de parcelas do pagamento do principal para o final do contrato.

“Damos um financiamento para, no curto prazo, prorrogar a amortização, como se fosse uma carência. O refinanciamento é feito a um custo de mercado e, dependendo do prazo, o valor será capitalizado ao longo do período”, explicou o presidente do banco, Luciano Coutinho.

O programa prevê o adiamento de até 12 parcelas de pagamento do principal para pagamento no final do contrato em até 24 parcelas corrigidas pela Selic. “Vamos deixar o agente financeiro refinanciar essas parcelas em até 24 meses. Eles conhecem as empresas, terão prudência bancária e capacidade de avaliar a adequação desse processo de refinanciamento”, disse.

O estoque potencial de operações que podem ser refinanciadas pode chegar a R$ 15 bilhões, segundo o BNDES.

Cartão BNDES

Outra inciativa anunciada pelo banco vai beneficiar os 708 mil usuários do Cartão BNDES.

“Estamos ampliando prazo de amortização de 48 para 60 meses. Considerando que o cartão alcança principalmente pequenas empresas, o objetivo é suavizar para a pequena empresa as condições de financiamento”, disse o presidente do banco.

Capital de giro

Já o Progeren 2016 – programa de capital de giro puro – vai, segundo Coutinho, oferecer melhoria expressiva de condições, de acordo com o porte das empresas, com redução de taxas de até 25%. O orçamento do Progeren pode chegar a R$ 5 bilhões, disse Coutinho.

Para empresas de receita operacional bruta de até R$ 16 milhões, o custo BNDES de 15,23% cai para 11,67%; empresas entre R$ 16 milhões a R$ 90 milhões, o custo cai de R$ 16,13% para 14,71%; já para empresas acima de R$ 90 milhões, o custo permanece em 17,23%.

Apoio a exportadores de bens de capital

Já para o apoio às empresas exportadoras, o banco anunciou medidas para fortalecer o caixa ao financiar o custo da produção de bens de capital. A redução dos custos em relação às condições vigentes são de até 10% para o pré-embarque de bens de capital. O orçamento é de R$ 4 bilhões.

“O foco são bens de capital, segmentos têm mais demanda de capital de giro”, disse Coutinho.

Para exportadores de bens de capital de alta externalidade e com capacidade inovadora, o custo de 12,94% cai para 11,62% com prazo de 30 meses. Os demais grupos tiveram uma queda de custo de 14,46% para 13,64% com prazo de 24 meses.

A taxa cobrada pelo BNDES será de 11,62% ao ano, acrescida de um spread a ser negociado entre o cliente final e o agente financeiro, com cobertura de até 70% do valor a ser exportado.

As taxas para os outros bens manufaturados, incluindo demais bens de capital, aeronaves, embarcações, caminhões, ônibus, autopeças e motores, ficaram em 13,64% ao ano, com cobertura de 50%.

Segundo banco, bens de capital de alta externalidade são máquinas e implementos agrícolas e rodoviários, energia, ferroviário, máquinas-ferramenta, moldes e ferramentas. Os demais bens de capital listados pelo banco são fornos, mineração, movimentação e armazenamento, indústria plástica, têxtil, refrigeração, siderurgia, papel e celulosa, aeronaves, embarcações, caminhões, ônibus, autopeças e motores, entre outros.

Consultas ao BNDES pararam de cair em 2016

Em relação aos desembolsos do banco, que registrou em 2015 queda de 28%, Coutinho preferiu não fazer previsões para 2016, mas disse que no mês de janeiro as consultas sobre crédito pararam de cair.

“No primeiro semestre de 2015, tivemos que racionalizar muito e controlar muito o desembolso. No segundo semestre se agravou queda de consultas. Torço muito para que no segundo semestre de 2016 a economia venha a melhorar e reflita em maior demanda de recursos sobre o sistema de crédito em geral”, disse.

Fonte: G1 Economia / Adaptado por CeluloseOnline

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Ferrovia Norte Sul levando progresso ao cerrado Brasileiro,Tocantins se beneficia com escoamento da produção.

A Ferrovia Norte-Sul opera nesta semana o primeiro transporte de soja desde que teve seu novo trecho até Anapólis (GO) inaugurado

DO PORTAL DO AGRONEGÓCIO

Na sexta-feira, dia 04 de dezembro, um carregamento de 5.100 toneladas de farelo de soja foi embarcado em 60 vagões da VLI para seguir de Anápolis até o Porto Itaqui, no Maranhão, utilizando a Ferrovia Norte-Sul. O percurso de 2.300 quilômetros será cumprido em quatro dias, na primeira viagem que utilizará todo o traçado da malha.

O controle da operação será realizado pela estatal Valec, no trecho entre Anápolis e Porto Nacional (TO). Depois, a logística passa para as mãos da VLI entre Porto Nacional e Açailândia, onde finalmente acessará a Estrada de Ferro Carajás, da Vale, chegando ao Porto de Itaqui. Nos próximos dias, outros trens deverão ser carregados para transportar um total de 27 mil toneladas de farelo de soja.

Os 855 km da Norte-Sul (FNS) entre Anápolis e Porto Nacional ainda não entraram em operação efetivamente por diversos motivos, entre os quais indefinições sobre o modelo de exploração comercial e de concessão da ferrovia, dificuldades no embarque de produtos aos portos e indícios de superfaturamento apontados pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

Segundo o presidente da FerroFrente, José Manoel Gonçalves, “se o trecho já estivesse em funcionamento, por exemplo, as rodovias que ligam Palmas a outros municípios já estariam mais vazias”.

ferrovia-norte-sul-2206

ferrovia-norte-sul-2206

EF-151 – FERROVIA NORTE-SUL – FNS TRECHO PALMAS/TO – URUAÇU/GO – ANÁPOLIS/GO

De acordo com nota enviada pela Valec, no período compreendido entre os meses de fevereiro e outubro de 2015, 18 locomotivas percorreram esse trecho da Ferrovia Norte-Sul. Ainda segundo a empresa, também circulou no trecho entre Gurupi e Palmas um trem carregado com minério de ferro.

As obras da extensão sul da ferrovia, que ligará Ouro Verde de Goiás a Estrela d’Oeste, no interior de São Paulo, ainda estão em curso e têm no momento um avanço físico de 89%, com previsão de conclusão no final de 2016.

Fonte:Site Ferro frente 

sábado, 23 de janeiro de 2016

Importante,veja o atraso vivido pelo Brasil no País governado por Dilma e pelo PT,fonte revista veja.

A máquina do atraso de Dilma

Como a presidente fez a indústria retroceder 65 anos e a política econômica voltar ao tempo do estatismo militar. Confira os detalhes na edição de VEJA desta semana.